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Apresentação
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Coluna do Emanuel Carneiro
26/09, 13:20 h / Atualizado em 26/09, 13:20 h

Força, Cruzeiro

Força, Cruzeiro

Foto: Gabriel Lordello/Light Press/Cruzeiro

Dos 20 clubes do Campeonato Brasileiro, dois estão com o rebaixamento quase consumado: o Santa Cruz e o América. Precisariam de um grande milagre para escapar.

Outros sete estão em apuros: Cruzeiro, Internacional, Figueirense, Vitória, Coritiba, Sport e São Paulo.

Nesta lista figuram três gigantes do futebol brasileiro: Cruzeiro, Inter e São Paulo.

Há uma pequena diferença de pontos na zona vermelha e já não basta ao Cruzeiro “sair” dos quatro últimos. É preciso muito, uma reação consistente à altura do elenco atual, que é de qualidade, mas alterna bons e maus momentos a cada duelo. A derrota para o Flamengo foi incrível, inaceitável. O Cruzeiro, embora não fazendo uma grande partida, tinha o domínio dela, e Ábila perdeu duas chances claras de matar o jogo.

A partida caminhava para o final e faltou uma voz no túnel para o time se conter, sem procurar aumentar a vantagem de qualquer maneira.

Custou caro a ânsia de não se resguardar e a virada acabou acontecendo. O Flamengo foi mais pé no chão, aplicado e deu um bote fatal.

O Telê Santana chamava de vaga-lume aquele jogador que numa partida acende e na outra apaga. Assim tem acontecido com Sóbis, Arrascaeta e Ábila, peças fundamentais. E o meio-campo chora até hoje a saída do Willians para o Corinthians.

O que vem pela frente não é fácil e a China Azul tem tido uma paciência sem tamanho, abraçando o time, enchendo o estádio.

Que o Cruzeiro faça as contas. Seu lugar não pode ser esse na tabela e, nesse momento, conversa vale mais do que treino. A cabeça do time não está boa.

Lembrando Nelson Rodrigues: “quem ganha e perde as partidas é alma”.

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