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Apresentação
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Coluna do Emanuel Carneiro
19/12, 12:34 h / Atualizado em 19/12, 12:36 h

O ano se despede...

O ano se despede...


Mano Menezes e Roger Machado comandarão os gigantes mineiros em 2017

Os últimos dias de cada ano são usados para balanço, em todas as áreas, e no futebol também. O que dizer de 2016? Pra começar, o momento exige uma reflexão abrangente sobre o futebol brasileiro no todo.

Ameaçada de não ir à Copa da Rússia, a CBF acertou trocando Dunga por Tite e a Seleção recuperou terreno, renasceu.

No lado doméstico, o futebol em Minas mostrou duas quedas doídas. Os rebaixamentos do América e do Tupi. O Boa compensou o lado ruim, voltando ao seu lugar na Série B.

Nas competições nacionais, Atlético e Cruzeiro começaram errando nas escolhas de treinadores. O Cruzeiro duas vezes, com Deivid e Paulo Bento. O Galo apostou em Aguirre, quando errou ao não renovar com Levir Culpi. Veio Marcelo Oliveira, o elenco estava formado. A final da Copa do Brasil e o 4º lugar geral no Campeonato Brasileiro aliviaram um pouco a frustação da torcida, que acreditou na história mal contada de “melhor elenco do futebol brasileiro”.

É preciso reconhecer que Atlético e Cruzeiro apostaram em elencos caros, pensaram grande, incharam as folhas e agora precisam cair na real com um enxugamento forte, já que a economia brasileira ainda vai patinar em 2017.

Um assunto preocupante é sobre as divisões de base. Temos sido eliminados sistematicamente nos torneios nacionais por clubes menos cotados, mas que trabalham melhor estas categorias.

Com sinceridade, vendo nossos garotos em ação, não dá para ver as promessas antigas. É tudo muito normal, comum, sem grandes talentos. Basta ver como era grande a diferença da base na decisão do Galo com o Grêmio na Copa do Brasil.

Os dois grandes vão ter eleições no fim do ano. O Cruzeiro troca de presidente inevitavelmente, obedecendo ao estatuto. Daniel Nepomuceno pode e, provavelmente, será reeleito. A quinta Libertadores consecutiva do clube merece um carinho especial. O prêmio de 50 milhões redobra a corrida dos concorrentes. Mano e Roger, com sotaque e conceitos sulistas, nos dão grandes esperanças. 

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