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Apresentação
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Coluna do Emanuel Carneiro
24/10, 12:58 h / Atualizado em 31/10, 11:36 h

Uma reflexão necessária

Uma reflexão necessária

Foto: Divulgação

Um domingo bonito de primavera em Belo Horizonte.

O time de vôlei do Cruzeiro, o papa-títulos, decidia o Mundial contra o Zenit, da Rússia, no Ginásio Divino Braga, em Betim.

O Atlético jogava mais tarde, no Independência, contra o Figueirense, ainda na briga pelo título do Campeonato Brasileiro.

O Mineirão e o Mineirinho estavam fechados.

Milhares de cruzeirenses e amantes do vôlei sonharam em ver os jogos internacionais e é sabido que esse esporte se tornou a segunda maior paixão do brasileiro.

Vamos e venhamos, o ginásio do Betim é acanhado demais para a dimensão de um evento como esse. Paciência.

Há explicações de sobra para não se jogar na Pampulha, mesmo porque o Mineirinho, hoje, está sem manutenção e mostra claramente o seu abandono. Serve mais, e olhe lá, para eventos religiosos.

No caso do Independência, é tudo mais gritante. O Mineirão tem problemas sérios de acesso, estacionamento e funcionalidade.

Foram erros cometidos na reforma e que podem ser sanados através de um entendimento amplo entre clubes e a Minas Arena.

Como sustentar o futebol de alto nível que o Galo possui com R$ 250 mil de bilheteria e público de 14 mil e poucos pagantes?

O Palmeiras teve o dobro de público contra o Sport e faturou R$ 2,2 milhões.

O São Paulo levou 50 mil torcedores sábado último contra a Ponte, fazendo promoção de ingressos, mesmo numa situação ruim no campeonato. Aqui, a regra é abrir mão da torcida.

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