Mateus Castanha

Coluna do Mateus Castanha

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Ficou ruim para todo mundo

Protagonistas do futebol nacional em 2013 e 2014, com títulos da Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão, Atlético e Cruzeiro passaram em branco...

12/12/2016 às 01:34

Protagonistas do futebol nacional em 2013 e 2014, com títulos da Libertadores, Copa do Brasil, Recopa e Brasileirão, Atlético e Cruzeiro passaram em branco na temporada 2016, frustrando a expectativa criada por seus torcedores no começo do ano.

A última vez que isso aconteceu foi em 2005. Naquela oportunidade, os arquirrivais viram o pequeno Ipatinga levantar a taça do Estadual e ficaram no meio do caminho tanto na Copa do Brasil quanto no Campeonato Brasileiro. Para o Galo, então, o ano foi trágico, terminando com inédito o rebaixamento à Série B.

Para alguns, dizer que 2016 foi uma decepção para o Atlético soa exagerado. Afinal de contas o clube conquistou pelo quinto ano consecutivo a vaga na fase de grupos da Libertadores, foi finalista da Copa do Brasil e fez boa campanha no Brasileirão.

Mas a verdade é que se esperava muito mais. Apesar do altíssimo investimento feito pela diretoria, o Galo jamais conseguiu convencer dentro de campo e se colocar, de fato, como favorito aos títulos. E aí podemos colocar o fracasso esportivo na conta de Diego Aguirre e, principalmente, de Marcelo Oliveira, cujos trabalhos foram, na melhor das hipóteses, medíocres.

Ainda que a vaga na Libertadores seja um ótimo alento, todo atleticano termina 2016 frustrado e com a convicção de que pelo menos um título grande poderia ter vindo.

No caso do Cruzeiro a história é um pouco diferente. O clube reduziu seu orçamento no começo do ano, apostando em jogadores pouco expressivos e no ainda cru Deivid. Não deu certo. A eliminação na semifinal do Mineiro, diante do América, decretou a sada do técnico.

Veio o português Paulo Bento e o Cruzeiro afundou de vez, figurando por muitas rodadas na zona de rebaixamento do Brasileirão e penando para eliminar adversários pequenos na Copa do Brasil. A situação só melhorou depois das chegadas do técnico Mano Menezes e de jogadores de peso, como Rafael Sóbis, Ramón Ábila, Rafinha e Denílson. Ainda assim, terminar o Nacional no modestíssimo 12º lugar é pouco demais para um clube que levou o bicampeonato outro dia mesmo.

Que os rivais mineiros consigam aprender com seus erros – especialmente no que diz respeito à escolha de seus treinadores – e consigam reeditar em 2017 os grandes momentos vividos recentemente. 

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