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PF instaura inquérito para apurar ligação de Kalil com empresários do setor de transporte público

Os documentos sugerem que a PBH tem favorecido economicamente as empresas do setor em contratos e com benefícios econômicos

Ex-prefeito de BH se defendeu das acusações

A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar se o ex-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato ao governo de Minas Gerais, Alexandre Kalil (PSD), recebeu vantagens indevidas na campanha de 2020 de empresários ligados ao setor de transporte público da capital mineira.

A Itatiaia teve acesso à documentação que deu base às investigações, que aponta que valores teriam sido aplicados na pré-campanha de Alexandre Kalil para o governo do Estado.

Os documentos sugerem que a prefeitura de Belo Horizonte tem favorecido economicamente as empresas do setor em contratos e com benefícios econômicos. Entre os benefícios, o adiantamento de R$ 218 milhões às empresas de ônibus, “, segundo o documento de maio de 2020.

Kalil rebate

À imprensa, a assessoria de imprensa de Kalil afirmou que o assunto trata-se de “novidade eleitoreira”, e que o caso já foi tratado por uma CPI “montada pelo Palácio Tiradentes”. No caso, o ex-prefeito se refere a uma CPI aberta na Câmara de BH que investigou a relação entre empresários de ônibus e a administração municipal.

"Investiguem! Chegou a campanha eleitoral e corrupto é que tem medo de investigação de Ministério Público e Polícia Federal. Essa CPI foi totalmente política, armada pelo Palácio Tiradentes. É tema requentado que já foi debatido antes. Não passa de 'novidade' eleitoreira", disse Kalil ao portal “UOL”.

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