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Bolsonaro: 'Brics deve defender reforma no Conselho de Segurança da ONU'

Presidente citou o peso crescente das economias emergentes no mercado internacional 

Presidente Jair Bolsonaro participou de reunião dos Brics

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta quinta-feira (23), durante a 14º Cúpula do Brics, que os países do bloco (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) devem defender reformas no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

O Brics foi fundado em 2009, um ano após a crise financeira internacional que teve início com a quebra do banco de investimentos Lehman Brothers.

Durante sua participação por vídeo conferência no encontro de cúpula do Brics, Bolsonaro lembrou que o bloco surgiu “em meio a uma das mais graves crises financeiras da história” e que, naquele contexto, “a pujança das economias emergentes mostrou-se fundamental para a recuperação da economia internacional”.

“O peso crescente das economias emergentes e em desenvolvimento deve ter a devida e merecida representação”, defendeu o presidente ao sugerir aos demais integrantes do bloco que somem “esforços em busca da reforma das organizações internacionais, como o Banco Mundial, o FMI [Fundo Monetário Internacional] e o sistema das Nações Unidas, em especial o seu Conselho de Segurança”.

O presidente acrescentou que, para o Brasil, o Brics é um sistema de cooperação baseado em “ganhos para todas as partes envolvidas e para a comunidade internacional como um todo”, e que, por esta razão, o bloco deve eleger as prioridades com responsabilidade e transparência.

“O Brics, além de representar fator de estabilidade e prosperidade no cenário internacional, deve contribuir para geração de emprego e renda e para o bem-estar de nossas populações”, complementou.

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